Efeitos biológicos das radiações
Radiação por definição é ato ou efeito de radiar, onde que este efeito de ordem física consistindo em processos de emissão e propagação de energia, seja por intermédio de fenômenos ondulatórios, seja por intermédio de partículas dotadas de energia cinética e que se propaga de um ponto a outro no espaço ou num meio material. A palavra radiação é rapidamente associada a palavra radioatividade, que neste caso é a propriedade de um sistema, composto por nuclídeos de emitir espontaneamente partículas ou radiação eletromagnéticas , e que é característica de uma instabilidade dos seus núcleos.
Há diversos tipos de radiação, sendo alfa, beta e gama, além de radiações ultravioletas, no espectro visível, infravermelho e ondas de radio e micro-ondas. Destas destacam-se a radiação alfa, beta e gama que foram estudas por Rutherford no inicio do século XX, onde que cada uma possui um determinado poder de penetração, sendo baixo, médio e alto, respectivamente.
A radiação provocada por reações nucleares obteve um destaque durante a Segunda Guerra Mundial, devida a utilização da bomba atômica pelos EUA, porem ainda a compreensão dos efeitos posteriores não era muito estruturada, e conforme o tempo foi passando mais estudos foram realizados e hoje a utilização da radiação trouxe avanços tecnológicos muito aplicados nas mais diversas áreas, dentre elas na indústria em geral.
Porém, em alguns casos, o efeito negativo da utilização da radiação foram mais visíveis como o caso clássico de Chernobyl na Ucrânia, e em Fukushima no Japão, dentre também os mais diversos testes nucleares espalhados pelo mundo que impactam diretamente os ambiente e os sistemas biológicos provocando danos e/ou mutações, visto a sensibilidade desde organismos a altos valores emitidos por compostos radioativos.

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